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Vocês sabiam que existe, Psicologia do Design de Interiores?



Olá, pessoal! Pesquisando um novo artigo para trazer à vocês, encontrei um assunto bastante interessante e que nos faz entender resumidamente o por quê(de uma forma geral), de nos identificarmos tanto com o assunto decoração e querer levar para nossos lares. Então, hoje iremos falar um pouquinho mais profundamente sobre o Design de Interiores, na verdade um breve resumo da Psicologia do Design de Interiores.

Partindo do início, a Psicologia do Design de Interiores, baseia-se em resultados de pesquisas científicas e em experimentação. Ocupa-se em entender como os seres humanos reagem, a nível emocional e de conhecimento, à forma com que os espaços interiores – residenciais e comerciais, individuais e coletivos – são organizados.

Á partir disso, essa psicologia visa contribuir para que os lares e estabelecimentos comerciais sejam espaços promotores de bem-estar e qualidade de vida. Não se pode confundir a Psicologia do Design de interiores com a Ergonomia. Enquanto a Ergonomia volta-se para a criação de ambientes funcionais, a Psicologia do Design de interiores tem a árdua tarefa de tentar criar ambientes mais felizes, espaços que priorizem as emoções e as vivências positivas.

Ela ainda, tem sido utilizada também para auxiliar profissionais do mercado imobiliário na venda e alocação de imóveis, principalmente no que diz respeito à decoração das casas a serem negociadas.

A Psicologia do Design de interiores foi o primeiro passo no sentido de promover felicidade a partir da interação homem-ambiente. Apesar de ter sido a primeira, essa vertente não é a única a ocupar-se de tornar meros moradores em habitantes mais felizes.

Com tudo isso, surgiu nos EUA, o happy décor, que segue uma enxurrada de propostas, em todos os âmbitos da cultura contemporânea, que prometem a felicidade num pacote bem arrumado. Da perfumaria à culinária, da literatura ao setor bancário, quase todas as formas de produção humana nesse início de século têm adotado o discurso da felicidade prêt-à-porter(termo em francês quer dizer "pronto para vestir"). Tendo por resolução produzir felicidade com cores intensas e ambientes profusamente iluminados, o happy décor surge como a alternativa da hora para quem quer decorar a casa e, ao mesmo tempo, se sentir em dia com as mais recentes tendências de comportamento e estilo de vida contemporâneas.

Existem estudiosos (são eles psicólogos sociais, experimentais, evolutivos e ambientais) que levam à sério a investigação entre felicidade e arquitetura, sendo que um deles, Gary W. Evans, que identificou que o bem estar numa moradia é, em grande parte, dependente da possibilidade que os moradores têm de fazer mudanças na casa. Para ele essa autonomia decisória quanto à organização da casa cria um elo emocional entre morador e o imóvel. Não é a toa que as pesquisas sobre satisfação com a moradia apontam para o fato de que os proprietários costumam ser mais satisfeitos com seus lares do que os inquilinos. Além disso, ele conseguiu demonstrar que determinadas mudanças nas características da casa podem melhorar a percepção subjetiva dos moradores e dar lugar a sentimentos positivos. A falta de privacidade numa casa, por exemplo contribui para o estresse.

Esses, "estudiosos da arquitetura da felicidade" afirmam que para que alguém seja feliz com sua casa não é preciso gastar rios de dinheiro, respeitar as características e particularidades do morador já é um passo. O outro é respeitar as necessidades inerentes à nossa condição biológica. Como por exemplo, deixar a luz natural adentrar a casa, não serve apenas para aquecer os ambientes e realçar as cores das paredes, tecidos e móveis, mas também para ajudar o nosso organismo a regularizar os ciclos cotidianos dependentes de hormônios - como o ciclo vigília-sono - e isso, coincidentemente, melhora o nosso humor!


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